Workshops

  • PROGRAMA:

    Vivência grupal utilizando o psicodrama interno: Tema: dores e defesas da criança dentro de mim. · Compartilhamento da experiência vivenciada. · Processamento teórico utilizando power point e destacando o trabalho com criança interna e os mecanismos de defesa narcísicos e bordelines, comumente utilizados.

    RECURSOS NECESSÁRIOS:

    1. Aparelho de som para tocar um cd. 2- Data-show.

    BIBLIOGRAFIA:

    1. Cukier, Rosa – “Psicodrama Bipessoal: sua técnica, seu paciente, seu terapeuta” – Editora Ágora, 1992. 2. Cukier, Rosa – “Sobrevivência Emocional” – as dores da infância revividas no drama adulto – Editora Ágora, 1998.

  • TEMA DO TRABALHO:

    Passos para uma Dramatização bem Sucedida.

    RESUMO DO CONTEÚDO ABORDADO:

    Neste trabalho a autora  mostra ,passo a passo, seu trabalho com o Psicodrama Bipessoal. Os seguintes itens são discutidos: 1-Entrevistas Iniciais. 2- Átomo Social. 3-Contrato de trabalho. 4- Enquadre Básico. 5- Aquecimento e Manutenção do Aquecimento num Enquadre Bipessoal. 6- Dramatização em Cena Aberta. 7- Da Cena Atual à Cena Regressiva. 8-Trabalho com A Criança Interna do Adulto. 9- Como finalizar uma dramatização e manejar o fim da sessão quando o tempo se esgotar no meio de uma dramatização.

    METODOLOGIA:

    Utilizarei jogos dramáticos, role-playing, e Power Point para expor material teórico.

    TEMPO DE DURAÇÃO:

    3 horas.

    RECURSOS NECESSÁRIOS:

    1.Data show. 2.Sala com cadeiras móveis.

  • OBJETIVO:

    Discutir as questões técnicas que se colocam em relação ao psicodrama bipessoal, mostrando a viabilidade e utilidade desta modalidade terapêutica. Metodologia – utilizarei uma mescla de técnicas didáticas neste workshop: exposição teórica, vivências dirigidas por mim e pelos próprios alunos, além da supervisão de casos clínicos.

    PROGRAMA:

    1- O que é o Psicodrama Bipessoal – Exposição Teórica. · Enquadre Básico- Exposição Teórica. · Aquecimento – vivência auto – dirigida ¾ Os alunos distribuirão as diferentes técnicas de aquecimento entre si e escolherão um exemplo prático para mostrá-las ao grupo. · Dramatização. · Técnicas Clássicas – 5 alunos serão pacientes e escolherão 5 diretores. Cada par exemplificará uma das técnicas clássicas. · Dramatização em cena aberta – Supervisão autodirigida – alunos trarão situações reais de consultório. · Psicodrama Interno – breve exposição teórica e vivência .( Rosa vai dirigir jogo – Situação inacabada utilizando psicodrama interno). · Trabalho com sonhos – breve exposição. · Trabalho com Imagens – vivência auto – dirigida – um aluno dirigirá o outro na montagem de uma escultura sobre sentimentos no papel profissional. · Jogos Dramáticos – breve exposição teórica. · Tarefa: os alunos lerão as fichas técnicas dos jogos e Rosa responderá eventuais perguntas. · Ou Rosa dirigirá um átomo social. · Vivência : Rosa dirigirá vivência com o jogo de personagens do Dr. Bustos, focando nas cenas temidas no papel profissional. · O Compartilhar – breve exposição. · Avaliação do workshop.

    TEMPO DE DURAÇÃO:

    6 HORAS.

    RECURSOS NECESSÁRIOS:

    1. Data-Show. 2. sala com cadeiras flexíveis.

    BIBLIOGRAFIA:

    1. Castello de Almeida, Wilson: Lições de Psicodrama, Editora Agora,1988. 2. Cukier, Rosa – “Psicodrama Bipessoal: sua técnica, seu paciente, seu terapeuta”- Editora Ágora, 1992. 3. Cukier, Rosa – “Sobrevivência Emocional: as dores da infância revividas no drama adulto”- Editora Ágora, 1998. 4. Fonseca,José:”Psicoterapia da Relação: elementos do psicodrama contemporâneo”Editora Agora,2000. 5. Leventon, Eva. “Psicodrama para o clínico tímido”- São Paulo, Manole, 1979, cap. III, p.19. precisa Xerocar, edição esgotada). 6. Perazzo, S.,”Percurso Transferencial e Reparação”, Revista Temas, ano XVII, nº 32–33, pp. 127-148. 7. Poblacio, Pablo e Lopes Barbera, Elisa: A escultura na psicoterapia, Editora Agora, 1999.

  • SUMÁRIO DO TRABALHO:

    Os conflitos étnicos se alastram e perpetuam no mundo todo e foram tema do Congresso Internacional de Psicoterapia de Grupo em 1998, Londres. O presente trabalho sociodramático visa investigar a presença deste tipo de choque inter-cultural, entre nós, brasileiros, visto que o Brasil é um país multiétnico constituído a partir da imigração de várias culturas.

    METODOLOGIA:

    Utilizarei as técnicas sócio- psicodramáticas para, senão pretensiosamente” tratar a Humanidade, como almejava Jacob Levy Moreno, pelo menos conseguir delinear: a- a sabedoria e o orgulho que carregamos destas nossas pequenas culturas privadas; b- cenas de humilhação e vergonha associadas a esta pertinência étnica; c- o que aprendemos e decidimos nestas situações conflitivas e, finalmente. d- como reparar estas dores étnicas para evitar comportamentos de vingança e retaliação danosos a todos.

    MATERIAL NECESSÁRIO:

    Sala grande sem cadeiras removíveis, que permita a circulação das pessoas. Um retro-projetor.

    TEMPO DE DURAÇÃO:

    2 horas.

  • OBJETIVO:

    Discutir o tema violência doméstica, sua incidência, prevalência e conseqüências inter e multigeracionais. Destacar a questão do abuso infantil, propondo o trabalho com a criança interna dos adultos para lidar com as defesas erigidas nestas situações. Descrever a defesa”narcísica- borderline” muito comum na atualidade. Propor o psicodrama como abordagem teórica -prática para respeitosamente trabalhar com pacientes abusados.

    METODOLOGIA:

    Utilizarei uma mescla de técnicas didáticas neste workshop: exposição teórica com a utilização de transparências, vivências dirigidas por mim e pelos próprios alunos, psicodrama de grupo, com protagonistas espontâneos. Além da supervisão de casos clínicos.

    DURAÇÃO:

    Sexta-feira 4 horas; Sábado 6 horas.

    MATERIAL NECESSÁRIO:

    Data-Show e aparelho de som para CD.

    BIBLIOGRAFIA:

    Cukier, Rosa – “Psicodrama Bipessoal: sua técnica, seu paciente, seu terapeuta” – Editora Ágora, 1992. Cukier, Rosa – “Sobrevivência Emocional- as dores da infância revividas no drama adulto” – Editora Ágora, 1998. Perazzo, S., “Percurso Transferencial e Reparação”, Revista Temas, ano XVII, nº 32-33, pp. 127-148. Leventon, Eva. “Psicodrama para o clínico tímido” – São Paulo, Manole, 1979, cap. III, p.19. (precisa Xerocar, edição esgotada). Lowen, A . – “Narcisismo” – Editora Cultrix, 1983, São Paulo.

  • SUMÁRIO:

    O objetivo deste trabalho é discutir a insalubridade das profissões de”ajuda ao outro”e a relação entre o estresse do terapeuta e o abuso profissional. A autora questiona se a escolha da profissão é realmente uma escolha ou um destino anunciado desde a infância, através das disfuncionalidades da família primária do psicoterapeuta. São também discutidas outras forças sistêmicas que atuam sobre os profissionais destas áreas, tais como: pressões advindas do cliente e de sua patologia, condições adversas de trabalho, má inserção sociométrica do profissional, demandas de afeto e atenção da família atual, pressões da família de origem, etc. A necessidade do psicoterapeuta advogar em causa própria e cuidar bem de si mesmo é enfatizada enquanto condição”si ne qua non”para realmente”ajudar o outro”.

    METODOLOGIA:

    Pretendo fazer uma rápida vivência para sensibilizar os colegas sobre o tema em questão. Depois, através de transparências, apresentar e discutir o tema.

    Nº DE PESSOAS:

    Ilimitado.

    RECURSOS NECESSÁRIOS:

    1- Data-show. 2-Sala com cadeiras flexíveis.

    DURAÇÃO:

    3 horas.

  • 1- Objetivo

    Propiciar um compartilhar dramático sobre a  expressão de sentimentos de raiva. Fisiológicamente a raiva é um sentimento normal e impossível de ser evitado. Ele  sinaliza que algo nos desagrada, é injusto, desigual e queremos uma mudança na situação . Se entretanto não podemos deixar de sentir raiva, podemos sim controlar sua expressão, evitando excessos desnecessários, muitas vezes abusivos e desproporcionais às situações e que nos levam, frequentemente a magoar pessoas que amamos e , até mesmo rompermos vínculos importantes.

    2-Metodologia
    • vivência dirigida por mim sobre as diferentes formas de expressar os sentimentos de raiva.
    • breve exposição teórica sobre um texto do Dr. Adam Blatner sobre como treinar diferentes formas de jogar o papel discordante.
    3- Material necessário:

    Sala grande e data show.

  • A inveja é um fenômeno humano universal e atemporal. Faz parte da estrutura do psiquismo humano e atua sobre a cultura humana e a organização social. Ela é um dos maiores tabus da humanidade, talvez apenas equivalente à sexualidade no sec.XIX. Proibida pela Bíblia, como pecado capital, é um sentimento que tem que ser mantido escondido, o que torna o seu estudo difícil e indireto. Iminência parda detrás de ideologias que pregam a igualdade, a inveja tem, historicamente, motivado crimes, políticas e revoluções.Pois bem, diferentes todos somos, há que aprender a lidar com estas diferenças. Será que isto é possível? Como se aprende a lidar com as diferenças? Como se convive melhor com a injustiça primordial da existência humana? O que fazer quando eu sinto inveja? Como lidar com a inveja alheia? Será que eu provoquei a inveja alheia? Quem me inveja pode me fazer mal, o famoso “olho gordo”? Estas são as questões que me motivam a pesquisar este tema. Por isso também proponho o Psicosociodrama DA Inveja, na esperança de não calarmos sobre temas vergonhosos, mas, pelo contrário, percorrermos, respeitosamente irmanados, este árido caminho.

    Nº de pessoas:

    Ilimitado.

    Material Necessário:

    1- Aparelho de audio para CD.

    2- Data-show.

    Duração:

    2 horas e 1/2.

Deixe uma resposta